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Pense diferente: faça trabalho voluntário

trabalho-voluntario-e-dDesde meados dos anos 1960, principalmente depois dos movimentos de 1968, as sociedades andam desiludidas pelo poder constituído. As democracias ocidentais e a festejada alternativa socialista não se mostraram mais do que sistemas nos quais manda quem pode e obedece quem tem juízo.

Passadas algumas décadas, esses sentimentos que se instalaram com o passar do tempo deram origem a uma movimentação social cuja atuação não se vinculava mais ao Estado, mas baseava-se na própria organização popular. Movimentos sociais e organizações coletivas começaram a ganhar um formato mais corporativo, passando a atuar em áreas onde a presença do Estado era insignificante, ou até mesmo inexistente. Essas organizações formaram um segmento de mercado chamado de terceiro setor, e hoje são conhecidas como ONGs, as Organizações Não Governamentais.

O trabalho voluntário sempre existiu no espectro da humanidade. Desde as ordens religiosas que se comprometiam a subsidiar e cuidar dos mais necessitados durante a Idade Média até as Santas Casas que foram e ainda são responsáveis por boa parte da assistência hospitalar para o sistema público no Brasil, o trabalho voluntário sempre esteve presente e se constitui como uma atividade de primeira grandeza e necessidade dentro da teia social.

Muitos asilos, escolas, creches, centros de formação técnica, entidades de proteção à natureza e aos animais só conseguem existir e realizar seu trabalho graças aos voluntários que doam seu tempo por um objetivo maior. Essas entidades atuam em todas as áreas da vida como saúde, educação, moradia e alimentação, e em muitas outras modalidades como formação profissional, assistência ao mercado, capacitação de mão de obra, enfim, um sem-número de atividades.

Participar de uma dessas iniciativas não é nada difícil e com certeza qualquer ajuda será sempre muito bem-vinda. Normalmente essas organizações têm horários flexíveis que podem se encaixar em nossas agendas com facilidade, e permitir que qualquer pessoa, por mais ocupada que seja, consiga tempo para se dedicar aos outros. E por mais louvável e importante que seja o trabalho que possamos fazer nessas organizações, o maior benefício certamente não será para aquele que recebe o bem, mas para aquele que se sacrificou um pouco para fazê-lo. Esse sentimento de dever cumprido não tem preço.

Fonte: Revista Seleções

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