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Isso explica porque o ensino na Finlândia é um dos melhores do mundo

finlandiaEm todos os rankings mundiais de educação, a Finlândia costuma figurar entre os primeiros colocados. Mas o que o gélido país nórdico faz de diferente para conseguir dar uma formação tão boa as suas crianças e adolescentes?

Segundo esta reportagem especial do britânico The Guardian sobre educação, a grande diferença está na formação dos professores e na importância que é dada à profissão. Na capital Helsinki, uma escola de educação primária conveniada à universidade local funciona como uma espécie de laboratório, em que os professores-estudantes podem aplicar todas as teorias que aprendem em aula. E curiosamente, são essas escolas-laboratório as mais buscadas pelos pais das crianças.

Para dar aula em uma série do ensino fundamental, todo professor passa por um mestrado com duração de 5 anos, sendo metade do tempo aplicado em pesquisas e teoria e a outra metade em práticas – de forma semelhante ao período de residência pelo qual passam os médicos brasileiros. No período de aula, os professores-estudantes têm total liberdade para dar as aulas e lidar com a classe e, ao fim do período, eles se encontram com um tutor, com o qual podem desconstruir situações pedagógicas. “Essa é uma das forma de mostrarmos o quanto nós respeitamos os professores. É tão importante quanto treinar médicos“, afirma Kimmo Koskinen, diretor da escola-laboratório Viikki, em Helsinki.

Mas não só só os professores-estudantes que têm liberdade na hora de ensinar. Desde os anos 90, a influência do governo na pauta do ensino é mínima, permitindo que cada escola desenhe o currículo que julga mais adequado, sem que haja qualquer tipo de inspeção. Mas para ter toda essa flexibilidade, a qualidade dos professores é mais do que necessária. “Os professores precisam ter essa educação de alta qualidade para que saibam usar essa liberdade que lhes é dada e aprendam a solucionar problemas com base na pesquisa. A coisa mais importante que nós os ensinamos é a tomar decisões pedagógicas e serem capaz de fazer julgamentos por si“, explica Leena Krokfors, professora de pedagogia da Universidade de Helsinki.

Fonte: Hypeness

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