Bem estar / coaching

A felicidade não está nos impulsos, mas nos caminhos que escolhemos

Quem escreveu a frase – “A felicidade não está nos impulsos, mas nos caminhos que escolhemos” – não sei ao certo, mas tomei contato por meio de Domingos Oliveira, prestigiado cineasta brasileiro, no filme “Separações”. E eu, como Head Hunter gostaria de usar esta reflexão direcionada às nossas escolhas e decisões profissionais.

Cada vez mais, executivos se veem obrigados a tomar decisões importantíssimas para o futuro estratégico das organizações rapidamente, e este tempo vem encolhendo constantemente.

Em tempos conturbados como os que estamos vivendo, onde nem as certezas sobre a tal estratégia é clara, pois independem de nós; mas de um emaranhado de questões políticas, econômicas, sociais, negociais etc.; como ter a mínima segurança de que as decisões estão alinhadas com os objetivos primordiais da empresa?

Muitos empresários e empreendedores exigem de seus profissionais uma resposta/decisão cada vez mais rápida e assertiva. Afirmam que preferem rapidez, aceitando uma certa margem de erro, a períodos prolongados de análise. A pressa em realizar, tomando decisões importantes rapidamente, pode realmente fazer a diferença, tanto para a empresa quanto para a carreira do executivo, mas pode também levar à precipitação. As empresas querem “acertar na mosca” e não, esporadicamente, “errar na mosca”.

Infelizmente, temos presenciado em nosso escritório inúmeros casos de executivos em busca de recolocação profissional, que em tom de confissão, se mostram frustrados por estarem pagando um alto preço por terem tomado decisões guiadas por impulsos.

“Às vezes, seis segundos de satisfação podem gerar meses e até anos de dificuldades”. Um investimento mal planejado, uma mudança de emprego que não foi bem avaliada podem atender mais a uma ansiedade momentânea do que a uma escolha vantajosa.

Quantas vezes, na corrida contra o tempo ou na tentativa de corresponder às altas expectativas, as empresas e executivos se distanciam da intuição, do “faro” que sabe distinguir a hora exata de agir do momento de recuar. Na fauna, por exemplo, os animais quando confusos, recuam por segundos, e, imóveis, observam o “perigo no ar”, analisam a situação e só então partem para uma ação.

Assim como a rapidez pode ser um diferencial muito importante para o sucesso de um executivo, a precipitação pode ser mortal tanto para a carreira quanto para o negócio onde atua.

Por isso, saber dizer não, colocar limites, reconhecer dúvidas, buscar auxílio e principalmente acreditar e persistir nos caminhos que escolhemos é fundamental para não “meter os pés pelas mãos”.

Trata-se de um ato de coragem se posicionar e tourear a ansiedade de um chefe ou cliente, sem perder a credibilidade ou oportunidade. Exige também capacidade de aguentar pressões pesadas por atingimento de metas, e faz com que tenhamos que desenvolver a capacidade de renegociar prazos com estratégia; mas, certamente, pode economizar muitas dores de cabeça e prejuízos pessoais e corporativos. Mas vale a pena.

Fonte: Administradores

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2 thoughts on “A felicidade não está nos impulsos, mas nos caminhos que escolhemos

  1. Oportuna mensagem, pois no atual momento estou administrando conflitos meus e de terceiros em função de decisões “rapidinhas”.
    Grato e forte abraço.
    José Sudá

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