Bem estar

Olhar revelador: iridologia permite fazer um pré-diagnóstico de doenças do corpo e da alma

Pigmentações em diferentes matizes, manchas e filamentos que formam um desenho exclusivo no olho de cada um de nós. Essa seria uma descrição perfeita da íris, não fosse por um detalhe. Usada desde o Egito Antigo, a iridologia – diagnóstico a partir da área colorida do olho – se propõe a fazer mais do que uma leitura única do indivíduo. A ferramenta, garantem os terapeutas, revela muito sobre saúde, carga genética e até aspectos psicológicos e comportamentais.

Direcionada por dois mapas – físico e emocional – criados pelos profissionais norte-americanos Bernard Jensen e Denny Johnson, respectivamente, a ciência ou arte, forma como é definida, é utilizada no Brasil em pré-diagnósticos por profissionais de saúde e terapeutas holísticos. Consultas custam de R$ 100 a R$ 300, em média.

Na íris estariam representadas mais de cem áreas do corpo, incluindo órgãos como rins, pulmões e baço, sistemas (digestivo, respiratório e urinário), além de aspectos psicológicos, determinantes para a leitura do temperamento de cada um e das aptidões dos pacientes.

Terapeuta iridólogo com mais de 30 anos de experiência e atendimentos realizados no Brasil todo, Vanderlei Amaral Gurgél explica que o exame, feito de forma não invasiva e com ajuda de uma lente acoplada à câmera fotográfica, evidencia deficiências genéticas ou adquiridas, alterações teciduais, progressão ou redução de doenças, hiper ou hipo-atividade de órgãos e sistemas e condições motoras, psicológicas, sensoriais e fisiológicas do cérebro.

Íris mais escurecidas, por exemplo, notadas inclusive em olhos azuis ou esverdeados, sugerem presença de toxinas no corpo físico e de “impurezas” emocionais desencadeadas por sentimentos de mágoa e raiva, explica o profissional. Em Belo Horizonte, Gurgél realiza atendimento no espaço Exercícios de Vida, no bairro Santa Efigênia, na região Leste. “Olhos brilhantes e luminosos, por sua vez, denotam pessoas alegres e felizes, significam que a alma delas está presente na vida. Basta olhar nos lhos de uma criança”.

Órgãos de choque

Guiada por um mapa extremamente detalhado e que se diferencia da íris esquerda (herança materna) para a direita (paterna), a leitura reflete ainda os chamados órgãos de choque – de menor resistência. Influenciados por questões genéticas ou adquiridas ao longo da vida, são mais suscetíveis ao adoecimento e, por isso, requerem mais atenção.

Quando tratados por meio de terapias alternativas – indicadas pelos próprios profissionais que realizam o pré-diagnóstico – ou até da medicina tradicional, os olhos geralmente tornam-se mais claros e brilhantes, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Iridologia e Ciências Naturopáticas (Inbri), Paulo Solano.

“A maioria dos sinais presentes na íris são fixos, já que evidenciam a estrutura genética da pessoa. Por outro lado, questões tratadas se tornam aparentes no clareamento da cor. Olhos esverdeados, por exemplo, podem tender para o azul e os que apresentavam manchas pretas tendem a se acastanhar”, detalha Solano.

Lacunas profundas, que indicam órgãos já doentes, podem se tornar mais suaves ou até desaparecer.

Além Disso

Enquanto o método de Bernard Jensen possibilita analisar a íris do ponto de vista orgânico, traçando um mapa de órgãos e sistemas (semelhante ao da reflexologia, que mapeia nos pés todo o corpo humano), o esquema Rayid (ray, de raio, e id, de desenvolvido), criado por Denny Johnson, viabiliza a compreensão da mente humana, por meio de quatro padrões básicos. Compreendendo-se cada um deles, é possível entender vocações, medos, potenciais, formas de se expressar por gestos e palavras e, assim, transformar relacionamentos.

“Podemos observar a transferência genética não só dos traços físicos, como também comportamentais. Com isso, desde muito cedo conseguimos aprender o que é recebido de pai e mãe e entendemos a profunda importância da comunicação com eles para o desenvolvimento de nossa individualidade”, esclarece Vanderlei Gurgél. Segundo o terapeuta, não há idade definida para o diagnóstico. “Uma mãe consegue se orientar melhor sobre a natureza física e mental do filho ao submetê-lo à terapia ainda criança”, destaca.

A herança genética do indivíduo também pode esclarecer porque alguns distúrbios predominam em determinados órgãos. Pessoas que se magoam e se ressentem com facilidade, por exemplo, podem ter afetados fígado, digestão, circulação e juntas. Fitoterapia, acupuntura, cromoterapia, psicologia e até a alopatia, método de tratamento convencional com medicamentos, dependendo da habilitação do iridólogo, são algumas das alternativas propostas pelos profissionais de leitura de íris.

Eu experimentei – Por Patrícia Santos Dumont

Ter corpo e alma desvendados por uma “simples” leitura de íris é realmente fantástico. A princípio, como acontece numa primeira experiência com quase todas as terapias alternativas, holísticas, das quais pouco se fala ou se tem notícia, pelo menos na minha opinião, fica sempre aquele dúvida: será que isso funciona mesmo? E não é que funcionou?!

Tanto física quanto emocional e mentalmente o diagnóstico a meu respeito foi certeira. Tudo bem que, muitas vezes, ficamos sugestionados a encaixar essa ou aquela avaliação no que somos (ou desejamos ser), mas, dessa vez, até quem leu minha “análise” (e me conhece melhor) ficou surpreso.

Fragilidades na saúde ligadas à herança de pai e mãe, temperamento trazido no DNA ou assumido ao longo da vida, tudo se encaixou mais do que perfeitamente. Mais uma vez, reforço minha crença de que tudo é válido quando estamos dispostos a acreditar. Por que não levar para a vida os conhecimentos de uma ciência (ou seria arte?) tão antiga e bem explicada? Cabe aproveitá-la da melhor maneira e utilizar sempre a nosso favor, claro! Fica a dica: funciona mesmo!

Fonte: Hoje em Dia

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